
"Nossas dúvidas são traidoras
e nos fazem perder o que,
com freqüência, poderíamos ganhar,
por simples medo de arriscar."
(William Shakespeare)
Nós, todos nós amamos e é por esse simples fato -ou como estão definindo hoje-, palavra, que se resumem todos nossos atos, sejam eles do acordar ao se envolver numa ilusão amorosa.
O amor. Há quem o defina como 2 vogais e 2 consoantes ou também quem -dentro de um texto maior que a própria alçada-, faça uma definição onde, no fim, as informações frias continuam a te deixar sem compreender nada. Quem somos nós pra descrever sobre o amor? Melhor, quem achamos que somos para tentar descrever sobre? Talvez as vítimas de suas peças, ou apenas bilhares de idiotas disputando loucamente para saber quem retrata melhor sua situação. E é exatamente isso, a ausência de amor em todos os nossos corações que espelha a situação que vivemos, hoje. Resultante num grupo gigantesco de pessoas sem pudor, cada uma demonstrando cada vez mais o ranzinza dentro de si, liberando as garras, soltando as feras, que muito bem poderiam ser expressas através de atos, sólidos, porém com algum intuito benéfico à alguém, o que ao redor do mundo, não acontece.
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